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Associação Portuguesa Casas Museu

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Casa Marta Ortigão Sampaio – Museu do Porto

Breve história da Casa

1956-1957 | Construção do edifício projetado pelos arquitetos José Carlos Loureiro e Luís Pádua Ramos
1978 | Doação da casa à Câmara Municipal do Porto
1996 | Abertura ao público
2017 | Obras de requalificação e de modernização de alguns espaços expositivos, com o apoio financeiro do Norte 2020 (Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020) sob a direção do arquiteto Camilo Rebelo
2023 | Obras de conservação/restauro do revestimento cerâmico das fachadas, dos gradeamentos, da cobertura e colocação de telas e lajes, de acordo com a traça original do edifício 

Missão

Testemunha do ambiente cultural burguês do Porto dos finais do século XIX e início do século XX, a Casa Marta Ortigão Sampaio tem por missão perpetuar a memória de Marta Ortigão Sampaio (1897-1978), preservar, estudar e divulgar o seu património artístico junto de diferentes públicos e contribuir para a oferta e animação cultural na cidade do Porto. 

Atualidade

A Casa Marta Ortigão Sampaio é um exemplar da arquitetura dos anos 50 do século XX, marcando o início do modernismo na cidade.
A exposição apresenta coleções legadas e reunidas por Marta Ortigão Sampaio (1891-1978) ao longo da sua vida, obras do naturalismo português de artistas como Silva Porto, Carlos Reis, Malhoa, Roque Gameiro, entre outros, um relevante acervo de pinturas, desenhos e fotografias de Aurélia de Sousa – uma das mais singulares artistas portuguesas do seu tempo – e uma importante coleção de joias de uso pessoal, com cerca de três centenas de peças de finais do século XVII ao século XX. 

A patrona Marta Ortigão Sampaio

Marta Ortigão Sampaio (1897–1978), filha de Estela de Sousa e de Vasco Ortigão Sampaio — sobrinho de Ramalho Ortigão e célebre colecionador e mecenas portuense — era sobrinha materna das pintoras Aurélia de Sousa e Sofia de Sousa. Nasceu num contexto privilegiado, convivendo desde cedo com o meio artístico.
Marta Ortigão Sampaio mandou construir este edifício de seis pisos para sua habitação e, parcialmente, para a exposição das coleções reunidas por si e pelo pai, Vasco Ortigão Sampaio, que se encontravam na residência familiar em S. Mamede de Infesta. Contudo, não chegou a habitá-lo, pois o marido, Armando Sequeira, faleceu durante o projeto, e Marta não se sentiu capaz de viver sozinha no imóvel, permanecendo na quinta de S. Mamede de Infesta até à sua morte. 

Sabia que… 

A Casa Marta Ortigão Sampaio tem uma das maiores coleções de joias de uso pessoal, reunindo cerca de três centenas de peças cuja produção se situa entre o final do século XVII e o século XX.
São diversas as tipologias de adereços entre os de uso devocional, como cruzes, crucifixos e imagens de Nossa Senhora da Conceição, e os de uso comum, enumerando-se dezenas de colares, pulseiras, anéis, brincos, alfinetes e relógios. Muitas destas peças ainda preservam a sua caixa original, feita de materiais nobres e por vezes ricamente adornadas, constituindo-se elas mesmas como peças de apreço.
A riqueza dos materiais é, contudo, um dos traços mais distintivos desta coleção, onde predominam o ouro, diamantes e pedras preciosas diversas. 

Como visitar

Bilheteira Online 

Horário
Terça a Domingo
10h-17h30 

Encerra às segundas, feriados e nos dias 24 e 31 de dezembro

Como ir

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