
Ateliê António Carneiro – Museu do Porto
Breve história do Ateliê
Década de 1920 | Construção do edifício
Década de 1960 | Obras de construção de um anexo ao edifício para residência de Cláudio Carneiro e de Katherine Carneiro
2024 | Reabilitação arquitetónica, com projeto da responsabilidade do arquiteto Camilo Rebelo, com o objetivo de recuperar a traça e o uso originais do edifício construído nos anos 20
Missão
O Ateliê António Carneiro tem como missão preservar e divulgar o legado artístico de António Carneiro (1872-1930) e do seu filho Carlos Carneiro (1900-1971).
O espaço foi reabilitado para voltar a abrir ao público, mantendo os dois ateliês de pintura como espaços centrais e uma galeria contígua, devolvendo à cidade um tipo de espaço único para exposições e atividades culturais.
Atualidade
Após uma primeira exposição que inaugurou o espaço reabilitado da antiga Casa-Oficina de António Carneiro e Carlos Carneiro, em que se procurou mapear o início da carreira de António Carneiro, a sua passagem por Paris, as influências que recebeu e a elaboração de uma poética simbolista, o Ateliê apresenta agora com «O Voo da Águia II», a segunda parte deste ciclo expositivo, que procura perceber um outro eixo fundamental desta obra – a relação próxima do pintor com a Literatura.



O patrono António Carneiro
O Ateliê António Carneiro foi construído na década de 1920 como ateliê dos artistas António Carneiro (1872-1930) e do seu filho Carlos Carneiro (1900-1971), figuras marcantes da arte portuguesa, nomeadamente nos contextos Simbolista e Modernista, respetivamente.
Aqui viveu, também, o outro filho de António Carneiro, o compositor Cláudio Carneiro (1895-1963). Após aquisições parcelares ao longo de anos, o Município do Porto adquiriu em 1973 a totalidade do edifício, abrindo-o ao público.
Sabia que…
À semelhança de outras etapas da vida de António Carneiro, também a edificação do seu ateliê foi impulsionada via mecenato.
O edifício foi erguido na Rua Barros Lima, mais tarde apelidada “Rua de António Carneiro” em homenagem ao artista, e financiado por Domingos Rufino por intermédio de Oliveira Cabral.
A inauguração do ateliê foi em 1925, apenas cinco anos antes da morte do artista, no entanto, durante esses cinco anos, António Carneiro produziu algumas das suas obras mais reconhecidas, sendo exemplo a obra “Camões lendo Os Lusíadas aos Frades de São Domingos” e os inúmeros estudos que a precedem.



Contactos
t.: 225 379 668
museudoporto@cm-porto.pt
www.museudoporto.pt
www.museudoporto.pt/estacao/atelie-antonio-carneiro/
Como visitar
Horário:
Terça a Domingo
10h-17h30
Encerra às segundas, feriados e nos dias 24 e 31 de dezembro.
